Por Eduardo Luiz
26/12/2021, 13h24

(Foto: Fabio Menotti/Palmeiras)

Na manhã de domingo o Ge noticiou que o Palmeiras vai usar a premiação paga pela Crefisa pelo título da Libertadores (R$ 12 milhões) para abater a dívida que o clube tem com a patrocinadora.

Tão logo a notícia foi ao ar, começaram a surgir questionamentos sobre um possível conflito de interesses da empresária Leila Pereira, que hoje preside tanto o Palmeiras quanto a patrocinadora. Para esclarecer a situação, o Palmeiras Todo Dia contatou Leila Pereira, que explicou que a decisão foi tomada pela gestão de Maurício Galiotte.

“A decisão foi da Gestão Anterior. Submetida e aprovada pelo COF (Conselho de Orientação e Fiscalização). Isto já vêm ocorrendo em títulos conquistados anteriormente”, disse a presidente.

“Em minha Gestão caso ocorra qualquer situação envolvendo os patrocinadores Crefisa e FAM o assunto será submetido ao COF ou ao Conselho Deliberativo do Palmeiras. O que estes Conselhos decidirem será aplicado. Minha Gestão será de total transparência” completou a empresária.

A dívida do Verdão com a Crefisa, que num passado recente superou a marca de R$ 170 milhões, hoje está na casa dos R$ 100 milhões. Desde 2018 o Palmeiras não utiliza mais o aporte da patrocinadora para efetuar contratações.