Por Catedral de Luz
24/03/2021

(Foto: Reprodução)

Assim era chamado o rei francês, “Luís XIV”.

Entre os séculos XVII e XVIII esse personagem citado acima acreditava e “fazia com que acreditassem” que o seu poder era ilimitado, inesgotável e absoluto… Como ele mesmo dizia, aliás, “Eu sou o Estado”.

Todavia, não é desse “Rei Sol” que falaremos. Infelizmente aqui, no Brasil, damos asas a inúmeros “reis sóis”.

Aqui, nesse país continental, muitos “reis sois” usufruem dos poderes estabelecidos. Entre eles está o “Presidente da CBF”. Não vou citá-lo nominalmente porque o mesmo não merece.

Tempos difíceis, o mundo virando de ponta cabeça, hora de agregar e esta criatura resolve intimidar os vários presidentes filiados, com ameaças financeiras e ofensas para lá de desprezíveis, com se aquele cavalheirismo inerente aos líderes de fato e direito fossem exemplos do século passado. Dúvidas? Visite as redes sociais e assista. “Galiotte” esteve presente e evitou dividir bola com o nefasto. Com o tempo nós aprendemos a escolher as batalhas a lutar.

Recordar não custa nada. Sendo assim vale ressaltar que ele é produto do inimigo de “42”. Mistura do amargo e da decadência.

Entretanto, não há mal que sempre dure e, geralmente, reis como ele morrem pelas mãos de seus súditos.

Vida breve ao “Rei Sol”.

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História… Amizades… Esposa e Filha.
Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.