Por Catedral de Luz
13/08/2021

(Foto: Reprodução)

Parece que os ventos mudaram e a crônica esportiva legou à “S.E.P.” o humilde papel de personagem secundário das principais competições do hemisfério sul.

Não nos causa espanto a afirmativa acima, pois nosso desempenho nas duas últimas semanas caiu consideravelmente e até o mais passional dos torcedores palestrinos sabe que somente uma mudança de comportamento pode reverter essa queda repentina no desempenho do time comandado pelo “gajo Abel Ferreira”.

Honestamente falando, o “Choque Rei” jogado há dois dias (este texto foi redigido quinta-feira) apresentou sinais inequívocos de um time combativo e que quer escrever um destino melhor para essa história.

Claro que ainda falta “o olhar de tigre faminto”, mas os jabs desferidos pelo “Palmeiras” deixaram sua chancela cunhada no rosto inimigo e eu posso garantir que machucou.

A bola da vez não nos pertence. Enquanto o técnico do tricolor caiu nas graças da imprensa oficial, “C.A.M.” e “C.R.F.” recebem o favoritismo, cada um a seu modo.

Longe de ser mentira, as afirmações acima distam com a mesma intensidade do absolutismo da verdade, porque o futebol do “Século XXI” nunca foi tão “association” como agora.

É hora do crescimento pontual de nossas linhas e da confiança da torcida. Capacidade não nos falta e a casca criada em virtude das últimas conquistas é um subsídio indesmentível.

Fizemos escolhas dentro da realidade que o momento do país nos impõe, onde o fair play financeiro prova que somos um dos quatro únicos clubes dentro dessa máxima.

Quanto aos outros tomo a liberdade de chamá-los de apostadores suicidas, porque se a vitória não lhes sorrir, a derrota beberá seus corpos implacavelmente.

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História… Amizades… Esposa e Filha.
Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.