Por Roberto Galluzzi Jr.
12/11/2022

(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

Repercutindo a notícia publicada na Gazeta Esportiva: Palmeiras tem 10 títulos e outros 7 vices desde 2015: relembre

Diga lá caro irmão palmeirense: quais pautas estarão em nossa “lista de desejos” para 2023? Sinceramente, não sou muito dessas, muitas “listas” são um elencado de situações que não acontecem. Mas, se não formos pela linha do “desejo”, podemos ir pelo caminho das “metas”. E quais seriam nossas “metas pra 2023”?

Bom, a meta é ter uma boa temporada e o futebol é cíclico. Mesmo que não vençamos nada (batendo na madeira), que o time se fortaleça posteriormente. Maaaas, vamos aos campeonatos.

Logo no início do ano teremos nossa primeira e essencial: SuperCopa contra o cheiroso. Meta, inequívoca! Poucos falam, mas será um embate no estilo Palmeiras x Santos de 59, quando os 2 melhores times brasileiros dos últimos anos estarão frente a frente, novamente. E vamos à forra!

Seguindo em frente, Paulistão é pré-temporada e um eventual tropeço não deve ser considerado em demasia, pra não azedar o restante do ano, que, esse sim, é mais importante. E aí entra a principal meta: RECONQUISTAR A LIBERTADORES. E avançar pro MUNDIAL (seja lá quando e em que formato acontecer).

Todo palmeirense sabe que nosso coração bate de verdade é na Libertas. Tudo bem, a Copa do Brasil nos foi tirada na mão leve, também merece atenção. Mas ser o PRIMEIRO brasileiro a chegar ao tetra do torneio Continental é algo histórico e o Mundial…. bem, desse nem preciso falar o quanto desejamos.

Então é isso… SUPERCOPA, LIBERTADORES e MUNDIAL. Presunção? Para um time que conquistou o que conquistamos nos últimos 7 anos (10 Títulos), não é presunção… é motivação! Vamos continuar ganhando o que já temos? Também, mas o que nos leva, de verdade, é seguir em frente, não atrás. Conduzir, não ser conduzido. Ser a referência, e não o imitador.

Nascido nos 70 e forjado nos difíceis anos 80, o Galluzzi enfrentou a fila inteira de 16 anos. Mas estava lá, em 12/06/93, in loco e muito loco pra assistir ao vivo o primeiro de muitos títulos, aos 21 anos! Talvez por isso, pra esse geração X raiz, roqueiro e paulistano da gema, não é qualquer derrota que abala a fé.