Por Catedral de Luz
06/11/2026


Voltamos a conversar. Pedra e vidraça.
Enquanto o time vence, paz de espírito. Vitória econômica ou empate fortuito sinaliza pesadelo. Derrota? Difícil de acontecer. Quando acontece, cataclismo.
Falta de confiança ou a esperança deixou de te acompanhar? Ambos? Acho que, provavelmente, ela desistiu de você. Afinal, a amargura tem lá seus limites.
Falemos do jogo.
Adversário fraco? Concordo. Contudo, observemos o segundo turno do clube paraense. Foram 2 V e 8 D, de um total de quinze partidas. Ninguém venceu o nosso recente adversário por uma diferença maior do que um gol. Exceto à SEP. Nem mesmo o extraordinário CRF.
A campanha alviverde é satisfatória e permite que continuemos na expectativa de um final feliz, a despeito das frases feitas – “Fora Isso” ou “Fora Aquilo”.
Aliás, é sobre isto que eu gostaria de falar. Entendo que chegou o momento crucial de acabarmos com essa verborragia estéril.
Abel completou seis anos à frente do comando técnico da SEP e, graças ao planejamento estabelecido, marcou território na história palmeirense.
Proporcionalmente aos enfrentamentos tem sido a bola jogada pelo Palmeiras. Negar a técnica apresentada é se recusar a enxergar a realidade com bom senso.
Hoje somos onze dentro das quatro linhas, mas temos um elenco que cresce justamente no momento certo.
Chega de amargor. Cultive a réstia viva da palestrinidade que sobreviveu dentro de si. Torça.
Não permita que o sonho acabe, pois ele é confiável.
O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História… Amizades… Esposa e Filha.
Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.











