Por Catedral de Luz
15/09/2021

(Foto: Reprodução)

Discordo do modo como foram administrados os negócios no futebol, enquanto nosso “CEO” detinha plenos poderes.

Todavia, assim como mais da metade da torcida alviverde, só me dei conta depois das sinalizações dadas pelo “Departamento Financeiro”. Confesso até que permaneceria no escuro caso a conquista do “Brasileiro/2018” fosse apenas um presságio de muitas outras no ano seguinte.

Assim sendo e sem apresentações preliminares, um choque gestor foi posto em prática.

Tudo indicava um “2020” econômico, dentro e fora das quatro linhas, mas a sorte – ou a competência? – demonstrou que o modus operandi levado a sério traz divisas.

Acho engraçado usar a terminologia “SORTE”. Ela é uma muleta atendendo as justificativas de quem ousa insistentemente criticar.

As figuras citadas acima não entendem como algo dá certo, com probabilidade incontestável para dar errado. E aí o jeito é depositar na conta da “SORTE”.

Meu papel nestas linhas não é defender, pois o erro é nítido e as soluções atiradas ao futuro exigem mais que bravatas.

Distante de administrar uma crise financeira o próximo presidente terá que lidar com a dura tarefa de montar um elenco forte e que mexa com os alicerces técnicos de 2022.

Entretanto… O que faremos com o término de 2021? Embora a torcida tenha jogado a toalha a temporada não fechou e tudo pode acontecer, inclusive os críticos exacerbados reverem seus conceitos. Afinal, o futebol é a pauta e não há polo de debates com teor ilógico maior.

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História… Amizades… Esposa e Filha.
Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.