Time de Abel Ferreira fez 1 a 0 com 1 homem a menos, mas levou o empate do Cerro no fim. Decisão da vaga nas quartas da Libertadores será na semana que vem.

Por Eduardo Luiz
12/08/2026, 21h03
Primeiro tempo
Novamente no 3-5-2, mas sem Gómez, e com López e Vitor Roque formando a dupla de ataque, o Palmeiras iniciou o jogo tentando pressionar o Cerro Porteño. Aos 2 minutos Roque surgiu livre na cara do goleiro e deu um toque leve na bola, insuficiente para entrar. Aos 4, após jogada ensaiada de escanteio, Allan experimentou e não levou perigo.
Aos 11 minutos Murilo falhou bisonhamente e foi desarmado por Morel, que avançou livre até a área alviverde, mas na hora de driblar Carlos Miguel pisou no Palmeirense e mesmo assim ficou pedindo pênalti. Cara de pau. Aos 13, Allan chutou de média distância e exigiu boa defesa do goleiro.
Os chutes de fora eram a principal arma do Verdão. Aos 15 minutos foi a vez de López tentar a sorte e mandar nas mãos do goleiro. Aos 16, Allan fintou o primeiro marcador mas carimbou o segundo. Aos 19, Allan voltou a tentar de média distância e voltou a consagrar o goleiro.
Depois de desnecessária pausa para hidratação o time de Abel Ferreira perdeu um pouco da intensidade, voltando a incomodar a defesa adversária apenas aos 30 minutos: após escanteio executado por Andreas Pereira, a bola ficou viva, Roque finalizou, o goleiro defendeu e no rebote López isolou.
Aos 33 minutos o Cerro Porteño teve uma falta perto da área, mas Cecílio Domínguez cobrou para fora. Aos 40, Vitor Roque levou um pontapé mas inexplicavelmente árbitros de campo e de vídeo se fizeram de sonsos. Aos 41, Allan tentou o chute colocado e acertou o zagueiro. O escanteio não resultou em nada e o jogo foi para o intervalo com o placar zerado.
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Segundo tempo
O Palmeiras voltou para a etapa final sem alterações. Aos 4 minutos Andreas Pereira bateu de fora da área, por cima. Aos 5, Piquerez tabelou com Vitor Roque e chutou cruzado, para fora. Aos 9, Arias não fez um golaço por pouco: a bola bateu na trave após arremate de longe.
O time seguia afobado. Aos 10 minutos Andreas Pereira tocou para Marlon Freitas, que bateu de primeira, por cima. Ele poderia ter dominado. Aos 12, Barboza também tentou de fora de área e levou relativo perigo. No lance seguinte Allan foi à linha de fundo e cruzou rasteiro para Arias perder chance incrível.
Novamente depois da pausa para hidratação o time voltou mal. Já com Arthur no lugar de Martínez, o Palmeiras primeiro viu Carlos Miguel salvar em chute de Domínguez, depois o VAR anular um gol de Benítez por impedimento. A torcida ainda comemorava a anulação quando de maneira absurda o árbitro expulsou Andreas Pereira literalmente por nada. De novo o VAR se omitiu.
Aos 32 minutos Abel tentou rearrumar o time trocando três peças: Arias, Vitor Roque e Allan por Sosa, Lucas Evangelista e Felipe Anderson. Aos 34, Felipe cruzou para Sosa desviar de cabeça, para fora. Aos 36, Murilo encarnou o Arce, fez bela jogada pela direita e cruzou; a defesa cortou na cabeça de Marlon Freitas, que achou López livre para enfim fazer 1 a 0.
Empurrado por 40 mil torcedores, o Verdão passou a disputar cada bola como um prato de comida. Aos 41, Abel trocou López por Gómez. O castigo quase veio aos 46 numa cabeçadaa de Morel que Carlos Miguel tirou com os olhos. Aos 47, porém, o goleiro falhou num cruzamento despretensioso de Torres pela direita e o Cerro empatou: 1 a 1.
Nos últimos 5 minutos de acréscimo nada aconteceu. O empate em casa obriga o time de Abel Ferreira a vencer fora de casa na próxima quarta-feira para não cair na Libertadores.
O Palmeiras volta a campo às 16h30 de sábado (15/8) para enfrentar o Fluminense, no Maracanã.
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FOI BEM!
López: fez o gol que deveria render a vitóoria.

FOI MAL…
Arbitragem: ajudou descaradamente o Cerro. Miguel: falhou feio de novo.








