Ninguém se destacou positivamente na partida que teve falha de Carlos Miguel e trabalho ruim de Abel.

Por Eduardo Luiz
26/07/2026, 21h48
Carlos Miguel: 1,0
Não leva zero porque no primeiro tempo fez uma boa defesa. A falha foi bizarra, por pura falta de foco/concentração, algo inadmissível. Tem crédito, mas não pode falhar assim.
Giay: 2,0
Errou quase tudo que tentou, inclusive passes de 1 metro.
Felipe Anderson: 6,0
Fez o gol de empate. Dois minutos depois não conseguiu impedir contra-ataque fatal (porque não é zagueiro).
Gómez: 4,0
Sem culpa nos gols. No fim virou atacante, a “grande” tática do Abel quando o time está perdendo.
Murilo: 4,5
Trabalhou mais como meia do que como zagueiro. Culpa de quem?
Piquerez: 4,5
O time jogou pouco com ele, mas quando teve a bola nos pés não conseguiu produzir.
Arthur: –
Pouco mais de dez minutos em campo.
Martínez: 5,0
Começou bem como volante caçador. Perdeu intensidade com o decorrer do jogo.
Vitor Roque: 4,0
Visivelmente sem ritmo.
Marlon Freitas: 4,5
Errou passes fáceis, sua principal virtude.
Andreas Pereira: 5,0
Outro que começou muito bem, mas que foi murchando as poucos.
Arias: 5,5
Teve duas boas chances, e perdeu ambas porque finalizou mal.
Maurício: 4,0
Não foi ponta, não foi meia, não foi falso 9…
Lucas Evangelista: –
Assim como Arthur, teve pouco tempo em campo.
Paulinho: 4,5
Uma grande chance no começo do jogo, depois sumiu. No banco fez gelo na canela (que pesadelo!)
Heittor: –
Vamos preservar o garoto.
Abel Ferreira: 2,0
O Palmeiras até começou bem, mas durou apenas 13 minutos. Depois esbarrou num problema crônico: não sabe furar retrancas. É só toque de lado. Ninguém arrisca um chute. E nas bolas paradas falta objetividade. Não bastasse o trabalho ruim do técnico, Carlos Miguel entregou. Com o time perdendo, Abel foi pro tudo ou nada muito cedo. Escancarou o time e foi castigado. Que não seja o começo da repetição do filme que vimos em 24 e 25.








