Por Eduardo Luiz
16/05/2026, 23h21

Carlos Miguel: 7,5
Três boas defesas.
Giay: 5,5
Teve trabalho defendendo e no apoio foi mal (é repetitivo falar).
Khellven: 5,5
Não mudou o panorama do titular.
Gómez: 6,0
Não comprometeu lá atrás e quase marcou um golaço.
Murilo: 6,5
Bem nas antecipações. Atuação segura.
Arthur: 6,0
Voltou bem ao time. Sua saída só se explica por questões físicas.
Jefté: 4,5
Entrou mal (cadê a novidade?).
Marlon Freitas: 6,5
Achou alguns bons passes, todos desperdiçados pelos companheiros.
Andreas Pereira: 5,5
Um pouco mais adiantado, não rendeu. Perdeu boa chance em passe de Marlon.
Paulinho: 6,0
Ganhou mais tempo e mostrou que é diferente. Participou de dois ataques perigosos.
Arias: 5,5
Voltou a se poupar pra Copa. Perdeu chance em que era só enfiar o pé na bola, mas bateu como uma criança.
Felipe Anderson: 7,0
Fez um golaço e vinha bem, mas se lesionou.
Lucas Evangelista: 5,5
Entrou perdidão. Não marcava nem apoiava. Melhorou um pouco no segundo tempo.
Sosa: –
Fez um péssimo começo de jogo e saiu com suspeita de lesão grave.
Maurício: 5,5
Entrou em mudou toda estrutura do time, que ficou perdido em todo restante do primeiro tempo. No segundo pelo menos ajudou taticamente.
López: 5,5
É irritante sua mania de querer enfeitar TODA jogada. Num campo molhado, num jogo pegado, precisa se adaptar.
Abel Ferreira: 5,5
Comparando com muitas das últimas apresentações, o Palmeiras foi “bem”, pois conseguiu criar lances de perigo, o que não vinha acontecendo. Mas as trocas por lesão fizeram o time se perder. Poderia ter sido mais ousado usando Belé ou Riquelme quando Felipe se lesionou, mas mandou a campo Lucas Evangelista. Na etapa final também a troca do Arthur pelo Jefté piorou o time nos aspectos ofensivo e defensivo. Quando o Palmeiras precisa da mão do técnico, ele não oferece. A liderança no Brasileirão evaporou. O elenco está esfacelado por lesões. Difícil ser otimista nesse cenário.








