Por Catedral de Luz
18/09/2026


Leitor amigo, agradeço pela audiência prestada.
Apesar das divergências ideológicas que pautam a coluna “Galope Peregrino”, o espaço continua aberto a todos que queiram se manifestar. Basta que a ofensa gratuita não prospere.
Afirmo, categoricamente – e não é a primeira vez – não ter grau de parentesco com as eminências da SEP. Caso alguém queira criticar meus pontos de vista, faça com argumentos discutíveis e não com mentiras ou ofensas de botequim.
Estou feliz e espero que o amigo leitor vá pela mesma trajetória. Não é fácil alcançar os objetivos até aqui, embora a ala ruidosa não encontre pontos positivos em nossa empreitada.
E por falar em pontos positivos, se eles não existissem não estaríamos classificados para as próximas fases da Copa do Brasil e Copa Libertadores.
- Ah, Catedral! Sorte! – Diz o ilustre companheiro de coluna.
Sorte ou azar do fogo amigo que torce contra?
Acompanhei alguns comentários da “imprensa oficial” e eles permitiram que, no dia seguinte, a armadilha (análise crítica) tramasse contra si.
Ácido em suas conjecturas, um deles taxou de vergonhosa a classificatória esmeraldina.
Eu perguntaria ao leal leitor: Como classificar a atuação do CRF frente aos equatorianos? Aliás, que nota ofereceríamos ao gramado do Maracanã?
Ou melhor, quem enganou quem? Foi o Palmeiras, alvo de cornetas ensurdecedoras dia após dia, o Nubank Parque e seu jardim artificial ou os insuperáveis cariocas e seu mangue?
É bom lembrar que quem perdeu em casa, por 3 a 0, não foi o Palmeiras.
O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História… Amizades… Esposa e Filha.
Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.








