Por Catedral de Luz
25/11/2020

(Foto: Reprodução)

Como um passe de mágica, feito David Copperfield, a “S.E.P.” viajou rumo à cidade de Manta, no Equador, e conseguiu omitir o nome dos jogadores que viajaram.

Desconheço se tal atitude é própria de alguma estratégia, mas desde já posso informar que não partiu do técnico “Abel Ferreira”. Faz parte dos mistérios lançados pelo clube bem antes da chegada do “Gajo”.

É claro que omitir os nomes dos convocados para a primeira batalha da “Copa Libertadores de América” motiva os torcedores a imaginar as possíveis escalações para o primeiro jogo das oitavas de final. Entre elas, aquelas que incluem “Gabriel ‘Raio’ Veron” são as mais curtidas.

Gabriel Verón é entendido como unanimidade, apesar de seus minguados dezoito anos, e alguns colegas de imprensa ousam apostar nele como futuro homem de frente, e não de beirada, do ataque alviverde. Alguém falou em… “Jesus”?

Sim! A mente cria e o Técnico desenvolve. Por que não? “Veron” tem os atributos necessários. Afinal, difícil será se o menino respirar ares brasileiros por mais duas temporadas.

Alegria, torcedor! “Gabriel Veron” ainda faz parte da família palestrina. Aproveitemos enquanto os europeus não enxergam nele um astro de primeira linha.

Já ouvi os mais entusiastas sonharem com um ataque diversificado, surpreendente e com a cara do novo “Palmeiras”, promessa de 2021. Alguém gostaria de assistir a um jogo que a linha de frente palmeirense intitulasse… “Dudu”, “Veron” e “Wesley”?

Alguns lembram de “Hulk”, mas a realidade é outra. Ela existe, respira e cresce ao nosso redor e responde pelo nome de “pratas da casa”.

Mas e o “Dudu”? Uma nova novela? Os fatos esclarecem. Nosso “Sete” nunca nos deixou.

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História… Amizades… Esposa e Filha.
Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.