Por Eduardo Luiz
20/01/2026, 21h54
Catadão alviverde não viu cor da bola e foi atropelado por 4 a 0 fora de casa.

Primeiro tempo
Novamente rodando o elenco, o Palmeiras iniciou o jogo com mais posse que o Novorizontino, mas sem saber o que fazer com a bola. Ao contrário do adversário, que dentro das suas limitações ao menos era efetivo. Aos 13 minutos Robson recebeu na entrada da área e bateu à direita de Marcelo Lomba. Aos 19, após escanteio fruto de um lateral (!!), López resvalou na bola, que sobrou para Robson fazer 1 a 0.
Precisou ficar atrás no placar para o time de Abel Ferreira acordar. Aos 25 minutos Larson soltou a bomba, a bola desviou e saiu rente ao travessão. Aos 35, López cruzou, Dantas desviou e só não fez contra porque a bola bateu na trave. Ainda dentro do minuto 35 a bola sobrou para Riquelme dentro da área e ele fez o mais difícil, que era isolar.
Aos 37 minutos numa rara jogada trabalhada, Khellven levantou na cabeça de Riquelme, que desta vez finalizou certo e exigiu milagre de Jordi. A jogada prosseguiu, López cruzou e Allan foi agarrado pelo zagueiro. Inexplicavelmente árbitro e VAR se fizeram de cegos e não marcaram o pênalti.
E como quem não faz toma… Aos 42 minutos Mayk teve liberdade para cruzar para Robson, que nas costas de Piquerez bateu de primeira para fazer 2 a 0. Foi a última jogada relevante do primeiro tempo.
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Segundo tempo
Precisando de gols, o Palmeiras voltou do intervalo apenas com Benedetti no lugar de Murilo. Obviamente nada aconteceu, até que aos 15 minutos Abel mexeu mais três vezes: Martínez, Riquelme e Raphael Veiga deram lugar a Malon Freitas, Bruno Rodrigues e Luighi, respectivamente.
Aos 16 minutos Luighi fez a diferença. Pro Novorizontino. Se achando Edmundo, o atacante quis driblar na entrada da área e foi desarmado; a bola sobrou para Robson fazer seu terceiro gol da noite e aumentar a humilhação alviverde: 3 a 0. Mas o buraco ainda estava raso. Aos 26, Helio Borges aproveitou falha de Benedetti e fez o quarto.
A primeira finalização do time de Abel Ferreira na etapa final surgiu aos 29 minutos com Luighi, mas ele errou o alvo. Aos 31, Larson deu lugar a Luis Pacheco. No minuto seguinte Piquerez arriscou de fora da área, por cima. Aos 37 minutos Oyama não marcou o quinto por pouco; a bola saiu rente à trave.
Por pena, a equipe de Novo Horizonte diminuiu o ritmo nos minutos finais. Assim foi a pior derrota do Palmeiras na “Era Abel Ferreira”, que claramente chegou ao fim.
Sábado (24/1) o catadão alviverde disputa o segundo clássico do campeonato contra o São Paulo. A partida será disputada na Arena Barueri, às 18h30.
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FOI BEM!
Ninguém: por motivos óbvios.

FOI MAL…
Abel: se não cair, vexames como esse irão se tornar rotina.







