Por Eduardo Luiz
30/11/2025

O título perdido da Libertadores não foi um acidente. O Palmeiras do Abel Ferreira já vinha dando mostras que fraquejaria. Assim como fraquejou no Brasileirão, na Copa do Brasil e no Paulista. O torcedor mais realista já esperava pelo vice em Lima.
E o Palmeiras do Abel Ferreira virou um time perdedor não é de hoje. O ano de 2024, só com o título do estadual vencido já tinha sido muito ruim.
Hoje Abel não entrega resultado nem desempenho. Mesmo assim é prestigiado por uma presidente omissa, que permite, sem qualquer manifestação pública, que seu time seja prejudicado pela arbitragem em momentos decisivos de todos campeonatos que disputa.
A mesma presidente que mantém no cargo um diretor de futebol incompetente, que não conseguiu montar um elenco decente mesmo tendo quase R$ 1 bilhão em mãos para gastar.
Como já tinha escrito neste espaço em julho (leia aqui), o Palmeiras se afundou na espiral da acomodação. A presidente criou um universo paralelo onde o técnico nunca é cobrado, assim como o diretor, e por consequência o elenco acha que está tudo bem em qualquer derrota. Capaz de aparecerem rindo no primeiro treinamento após a perda de mais um título. Como aconteceu ao longo de todo 2025. Não sentem a derrota. Não sabem o que é defender essa camisa. Porque não são cobrados.
Não bastasse não existir mais competitividade esportiva, Leila agora planeja um golpe para ficar mais três anos no cargo. E Abel já esfrega as mãos. Vai poder seguir no clube recebendo um salário astronômico sem qualquer tipo de cobrança. Vai seguir dando desculpas esfarrapadas a cada vexame. Vai seguir sendo incoerente com seus argumentos.
Leila e Abel deram as mãos na incompetência e hoje mais comprometem o futuro do clube do que simbolizam uma esperança de melhora.








