Por Eduardo Luiz
29/11/2025, 20h39

Carlos Miguel: 3,0
Do alto dos seus 4 metros de altura não consegue sair do gol com segurança.
Khellven: 3,0.
Muito mal defendendo, e nulo no apoio.
Giay: –
Quinze minutos em campo.
Gómez: 6,0
O melhor Palmeirense da decisão.
Murilo: 2,0
Um dia foi um zagueiro confiável. Hoje não tem bola nem pra ser reserva.
Sosa: 2,0
Mal conseguiu dominar a bola.
Piquerez: 3,0
Seu futebol esfarelou. Se está com a cabeça fora do clube, é melhor sair logo.
Bruno Fuchs: zero.
Todo prestígio que conquistou ao longo do ano jogou fora ao simplesmente não marcar Danilo no lance do gol. Pode voltar pro Atlético.
Andreas Pereira: 2,0
Sentiu. É bom jogador, mas tem o emocional muito frágil.
Allan: 4,0
Titular pela direita, não rendeu. Abel subutilizou seu talento.
Facundo Torres: 2,0
Não é jogador pro Palmeiras.
Raphael Veiga: 1,0
Ficou protegendo a bola no lance do escanteio. Além de não jogar nada, foi burro. Outro que encerrou o ciclo.
Felipe Anderson: –
Sofreu uma entrada criminosa e proposital. Deve ter estourado o joelho. Ficou 15 minutos em campo.
Maurício: –
Entrou no fim.
López: 2,0
Parecia disputar um amistoso. Não deu combate, não procurou espaços, e quando teve a bola nos pés tomou a decisão errada sempre.
Vitor Roque: 5,0
O menos pior do sistema ofensivo. Jogou sozinho, praticamente.
Abel Ferreira: zero.
Ao abandonar o Brasileiro justificou dizendo que precisava fazer escolhas. Escolheu somar 2 pontos em 15, doando o título pro Flamengo, e na Libertadores não fez NADA de novo, como prometeu. O Palmeiras foi um time covarde em boa parte do tempo, incapaz de criar jogadas coletivas, e que marcou muito mal o adversário. A insistência no Veiga também é injustificável. Numa empresa, depois de um ano muito ruim, seria sumariamente demitido. Aqui ganhará aumento e contrato renovado. Ganhou carta branca para o fracasso. Com ele no comando 2026 tende a ser pior.








